“A Dispensational or a Covenantal Interpretation of Scripture - Which is the Truth?” por Bruce Anstey
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Promessas Distintas Dadas à Igreja

Promessas Distintas Dadas à Igreja

Além das bênçãos e privilégios especiais que a Igreja recebeu os cristãos também receberam “grandíssimas e preciosas promessas” (2 Pe 1:4). No Antigo Testamento Abraão e outros receberam grandes promessas, mas o apóstolo Pedro nos diz que “grandíssimas” promessas foram reservadas para aqueles na Igreja. Mais uma vez isto aponta para o fato de a Igreja ter sido escolhida dentre todos os outros grupos de santos e favorecida de maneira especial. A seguir apresentaremos algumas destas promessas.
Segurança eterna (Jo 10:27-28). Temos a promessa de estarmos eternamente seguros. Os santos do Antigo Testamento não possuíam esta certeza (Sl 51:11, etc.).
Intercessão de Cristo como Sumo Sacerdote e Advogado (Rm 8:34). Cristo prometeu nos manter na senda da fé de uma maneira tal que os santos do Antigo Testamento nunca conheceram. Temos a Ele intercedendo por nós nas alturas como nosso Sumo Sacerdote em nossa peregrinação espiritual da terra ao céu. Ele é um Homem na glória que caminhou neste mundo e foi tentado (testado) de todas as maneiras que um homem justo poderia ser testado. Por isso Ele conhece, sente e se compadece de nós em cada tribulação que experimentamos em nosso caminho (Hb 4:14-15). Se necessário, Ele também atua como nosso Advogado diante do Pai no caso de falharmos em nosso andar, restaurando-nos assim à comunhão com o Pai (2 Jo 2:1-2). O Senhor não poderia ter sido um Sumo Sacerdote para os santos do Antigo Testamento porque para ser sacerdote alguém precisaria ser um homem e ter experimentado a vida na terra como homem (Hb 5:1-2). Naquele tempo Cristo ainda não havia se tornado um Homem.
O Arrebatamento (Jo 14:2-3; 1 Ts 4:15-18; 1 Co 15:51-57). Temos a promessa de sermos glorificados como Cristo e levados para o lar no céu no Arrebatamento, sem experimentarmos a morte! É esta a “bem-aventurada esperança” do cristão (Tt 2:13). Os santos do Antigo Testamento não tinham esta promessa dada a eles; nada sabiam sobre este aspecto da vinda do Senhor, e tampouco tinham a esperança da glorificação.
Em suma, o Senhor prometeu nos manter eternamente seguros, nos mantêm em comunhão Consigo e com o Pai ao longo do caminho da fé, e nos levará para o lar celestial. Estas são promessas maiores que qualquer coisa que o Senhor tenha prometido aos santos do Antigo Testamento.

A grande conclusão que tiramos de todas estas bênçãos, privilégios e promessas é que a Igreja (os cristãos) foram agraciados com um lugar de especial favor diante de Deus. O apóstolo Paulo chama estas coisas de “riquezas incompreensíveis de Cristo” (Ef 3:8).



A Diáspora - SALMO 69:22-25

A Diáspora

Se juntássemos as diferentes coisas que as Escrituras dizem que iriam caracterizar Israel em sua dispersão, obteríamos uma imagem composta e exata daquilo que aconteceu à nação durante os últimos dois mil anos. As passagens a seguir indicam essas coisas:

SALMO 69:22-25

“Torne-se-lhes a sua mesa diante deles em laço, e a prosperidade em armadilha. Escureçam-se-lhes os seus olhos, para que não vejam, e faze com que os seus lombos tremam constantemente. Derrama sobre eles a tua indignação, e prenda-os o ardor da tua ira. Fique desolado o seu palácio; e não haja quem habite nas suas tendas. Pois perseguem àquele a quem feriste, e conversam sobre a dor daqueles a quem chagaste. Acrescenta iniquidade à iniquidade deles, e não entrem na tua justiça. Sejam riscados do livro dos vivos, e não sejam inscritos com os justos.” Salmo 69:22-25

Como já foi mencionado, estes versículos registram uma oração do Senhor na cruz. Depois de revisar toda a Sua vida como tendo sido uma vida de repreensão e rejeição, Ele lança esta oração imprecatória para juízo da porção incrédula da nação que O havia rejeitado. A mesma passagem que indica que a nação seria cruelmente deportada de sua terra e colocada de lado segundo a maneira de Deus, também nos diz qual seria a condição do povo durante sua diáspora. Eles permaneceriam espiritualmente cegos por um golpe do juízo governamental de Deus (Sl 69:22-23; Rm 11:25; 2 Co 3:14-15). Mas mesmo nessa condição a cegueira seria apenas “em parte” (Rm 11:25); ao longo dos anos alguns judeus foram salvos pela misericórdia de Deus (Hc 3:2; Rm 11:5, 31-32). Assim como Elimas, o mago judeu que recusou o evangelho e tentou impedir que os gentios cressem, a nação tem estado espiritualmente cegada “por algum tempo” (At 13:6-11).



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