“A Dispensational or a Covenantal Interpretation of Scripture - Which is the Truth?” por Bruce Anstey
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EXODO 1-12

Moisés é outra figura do Senhor Jesus Cristo (Dt 18:15). Ele foi o libertador escolhido por Deus para os filhos de Israel que estavam sob a escravidão de Faraó no Egito (Êx 3:10; At 7:35). Faraó, o governante do Egito, é uma figura de Satanás — o deus e príncipe deste mundo. Moisés sentia por seu povo e queria que fosse libertado. Quando foi a eles da primeira vez e demonstrou que poderia eliminar seus opressores e libertá-los de sua escravidão, seus esforços foram mal entendidos por seus irmãos. Eles disseram: “Quem te constituiu príncipe e juiz?” (At 7:35; Êx 2:14). Consequentemente eles não o aceitaram como seu libertador. Isso é uma figura da rejeição do Senhor por parte dos judeus em sua primeira vinda (Jo 1:11). O que eles disseram foi, em essência, “Não queremos que este reine sobre nós” (Lc 19:14).

GENESIS 37-47

“José” (ou “Zafenate-Panéia”, que significa “Salvador do mundo” cf. nota na Bíblia de J. N. Darby) é uma bem conhecida figura do Senhor Jesus Cristo. Ele foi rejeitado por seus irmãos (uma figura dos irmãos judeus do Senhor) quando foi até eles levando uma mensagem de seu pai (Gênesis 37). Como consequência dessa rejeição por seus irmãos, José foi levado para o exterior para viver entre os gentios (Gênesis 39-41). Depois de ter sido levado para o Egito (figura do mundo), houve um período de bênção naquela terra, seguido por um período de fome. O período de prosperidade representa o tempo presente da “dispensação da graça de Deus” (Ef 3:2). O período de fome representa o tempo futuro da Tribulação que virá e que se seguirá ao Dia da Graça.

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