Tradução em andamento do livro “A Dispensational or a Covenantal Interpretation of Scripture - Which is the Truth?” por Bruce Anstey
Este livro encontra-se em processo de tradução, portanto para uma leitura mais ordenada sugiro que comece pela postagem mais antiga no Arquivo da coluna da direita.

O NOVO TESTAMENTO

O NOVO TESTAMENTO — Os Evangelhos, o Livro de Atos, as Epístolas e o Apocalipse formam uma divisão em nossas Bíblias chamada de “Novo Testamento”. Já que no grego é usada uma mesma palavra para “testamento”, “pacto”, “concerto” ou “aliança”, os teólogos do Pacto apontam para este título como outra ‘prova’ de que a “Nova Aliança” teria sido feita com os cristãos.

Certamente esta parte da Bíblia é chamada assim, mas quem lhe deu este nome? Não foi Deus, mas os homens. O título não é inspirado. Por ocasião de sua tradução os homens colocaram este título por estarem sob a influência do próprio ensino que estamos expondo aqui. Nós chamamos essa parte de “Novo Testamento” porque este foi o nome convencionalmente aceito para esta parte da Bíblia, mas não é um título correto de maneira alguma.

Querer usar o título “Novo Testamento” como argumento para apoiar a Teologia do Pacto não é a melhor estratégia para aqueles que professam esse erro. A posição dos teólogos do Pacto é que não existiria uma distinção entre Israel e a Igreja. Eles acreditam que Israel seria a Igreja no Antigo Testamento e que a Igreja seria Israel no Novo. Para serem coerentes com essa posição eles deveriam insistir que a Bíblia não poderia ter duas partes distintas, pois enxergam o cristianismo apenas como a fase final do judaísmo do Antigo Testamento. Em certa medida qualquer um que faça distinção entre o Antigo e o Novo Testamento é um dispensacionalista!



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